Outro dia comum,outro dia agitado
Na volta pela poluição-agora natural.
Entro e vejo meu cachorro,
Ele sorri e lati,pula e brinca
Brinca cachorro!Pule, Salte ,Deite
Só nao finjá de morto
-Que sua morte eu nao vou aguentar.
Perante minha horrenda imagem
E todos os meus defeitos visiveis
Todo o meu fracasso nao te abala?
Seria pena ou só amor?
Amor verdadeiro...amor de cachorro
Amigo que depende de min, mais nao reclama
Nao grita nem pia,...
Só chora quando eu falto,
E basta eu ser eu, para ele ser feliz.
Nao me entende, mais compreende...
Me acode e me salva de min mesmo
Me ama verdadeiramente e nao me machuca
Cachorro bom, cachorro amigo.
Autor : Lord Agx
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Sobras ao vento..

Cabe somente ao vento levar minhas particulas
Um pouquinho de minhas dores em minha sombra
Que tanto correu de min e me deixava sofrer o frio
Somente pequenas particulas de min
Explorando o infito e fugindo,fugindo...
De todas as complicaçoes da vida e das deciçoes
Fugindo dos pensamentos,fugindo de meus pensamentos...
Só olhe para min agora!Olhe para min agora...
E Veja oque sobrou, alem dessa melancolica criatura
Que vaga nas noites turvas sobre um retrato borrado
Que chora lagrimas vermelhas ,pesca pesadelos
E mora nas trevas..Só olhe para min
E me veja indo embora aos poucos...
Uma morte lenta e demorada e agonizante
Só olhe e lamente,ou ria...nao faz diferença
Já estou no chao,minha tendencia é só afundar
Só olhe para min agora e veja que nao sou nada alem
De Sobras ao vento...
Autor : Lord Agx
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Ao saltar de minhas pétalas²
Apenas profundamente enchendo sua luz de escuridão
Era assim o seu pranto eu nao consequia abafar
-Pétala que antes era minha, volte para cá.
Agora como uma pequena sombra ao passar no arco-íris
Ela caia e nem ao mortos pertubava, ninquem, NINQUEM!
Olhava para essa minha parte,que de medo e agonia caminhava
NINQUEM! olhava a sua face para lhe dar as boas vindas
E dizer: Bem vindo ao "Cemiterio dos Sonhos Esquecidos"
E a corrente se sequia durante uma dança folclórica local
Que dizia em hino retumbamte:
"Caminhe, e pense , pois a unica dádiva de deus é o pensamento"
Que de deus por outrora nao abençoava suas imagens
Antes divinos e lindos ao completar uma bela paisagem
Agora ,resto putefrico de sonho com beleza dilacerada
E no alge de um altar eles se reuniam e choravam
E para todo o infinito, a uma alma especial eles oravam:
"...Se um dia houver sofrimento em seu ser, mande para min
Se um dia, houver solidão em sua vida, me mande -afinal,já estou só
E em todas suas magoas eu te protegeres,
e em todas as angustias eu de ti vou tirar..."
E sobre os campos se via mais rosas negras e coraçoes murchos
Murchos de tristeza, Murchos de felicidade ,Murchos de Amor.
- E eu somente a lacrimejar ao ver minha rosa saltar para este mundo pertubado
Aonde os sonhos sao destruidos e o Ódio é adorado.
-Contra meu peito que antes voce se acolhia e chorava
Agora sofre diante de tormento ,governado por desilusões e sentimentos
Mais que febril, e nem mais que Belo...porem a mesma Beleza Dilacerada
Em que me encontro ao sonhar em bem para ti !-
Autor : Lord Agx
Ao saltar de minhas pétalas¹

Pesadamente se despedaçam as pétalas
-Elas se despedaçam penosamente
E param o tempo com sua angústia
Ao cair em uma terra de tormento
Provinda de uma alegria interrompida
De loucuras nunca antes vividas
Agora se vai e cai para um mundo tenebroso
Onde apenas dominam a fome, a fome dos homens
-Se eu tivesse como quarda-lá em meus braços
-Aos poucos eu secaria o seu pranto
-Te salvaria e seria o escudo das infermidades de sentimentos
-Nao te deixaria respirar o ar impuro de sofrimento
E a Ternura ainda pouco visivel se cobre
Com mascarás escuras de manchas vermelhas
No pulso cortes de lembranças de passado
Na mente, pesadelos para o seu futuro
E eu aqui ipotente, sofrendo tamanha dor
Ao ver meu pequeno anjo que cutivei com carinho
Minha linda pétala de rosa, agora cai e vira flor
E eu mórbido como a lua a iluminar seus passos.
Autor : Lord Agx
Suicidal Dream - Silverchain
Suicidal Dream
I dream about, how it's going to end,
Approaching me quickly,
Leaving a life of fear,
I only want my mind to be clear,
People, making fun of me,
For no reason but jealousy,
I fantasise about my death,
I'll kill myself from holding my breath,
My suicidal dream,
Voices telling me what to do,
My suicidal dream,
I'm sure you will get yours too,
Help me, comfort me,
Stop me from feeling what I'm feeling now,
The rope is here,
Now I'll find a use,
I'll kill myself,
I'll put my head in a noose,
My suicidal dream,
Voices telling me what to do,
My suicidal dream,
I'm sure you will get yours too,
Dreamin' about my death, dream,
Suicidal, suicidal, suicidal dream,
I'm suicidal,
Suicidal dream,
I dream about, how it's going to end,
Approaching me quickly,
Leaving a life of fear,
I only want my mind to be clear,
People, making fun of me,
For no reason but jealousy,
I fantasise about my death,
I'll kill myself from holding my breath,
My suicidal dream,
Voices telling me what to do,
My suicidal dream,
I'm sure you will get yours too,
Help me, comfort me,
Stop me from feeling what I'm feeling now,
The rope is here,
Now I'll find a use,
I'll kill myself,
I'll put my head in a noose,
My suicidal dream,
Voices telling me what to do,
My suicidal dream,
I'm sure you will get yours too,
Dreamin' about my death, dream,
Suicidal, suicidal, suicidal dream,
I'm suicidal,
Suicidal dream,
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
A Inês

Não me sorrias à sombria fronte,
Ai! sorrir eu não posso novamente:
Que o céu afaste o que tu chorarias
E em vão talvez chorasses, tão somente.
E perguntas que dor trago secreta,
A roer minha alegria e juventude?
E em vão procuras conhecer-me a angústia
Que nem tu tornarias menos rude?
Não é o amor, não é nem mesmo o ódio,
Nem de baixa ambição honras perdidas,
Que me fazem opor-me ao meu estado
E evadir-me das coisas mais queridas.
De tudo o que eu encontro, escuto, ou vejo,
É esse tédio que deriva, e quanto!
Não, a Beleza não me dá prazer,
Teus olhos para mim mal têm encanto.
Esta tristeza imóvel e sem fim
É a do judeu errante e fabuloso
Que não verá além da sepultura
E em vida não terá nenhum repouso.
Que exilado - de si pode fugir?
Mesmo nas zonas mais e mais distantes,
Sempre me caça a praga da existência,
O Pensamento, que é um demônio, antes.
Mas os outros parecem transportar-se
De prazer e, o que eu deixo, apreciar;
Possam sempre sonhar com esses arroubos
E como acordo nunca despertar!
Por muitos climas o meu fado é ir-me,
Ir-se com um recordar amaldiçoado;
Meu consolo é saber que ocorra embora
O que ocorrer, o pior já me foi dado.
Qual foi esse pior? Não me perguntes,
Não pesquises por que é que consterno!
Sorri! não sofras risco em desvendar
O coração de um homem: dentro é o Inferno.
Lord Byron
Estâncias para Música

Alegria não há que o mundo dê, como a que tira.
Quando, do pensamento de antes, a paixão expira
Na triste decadência do sentir;
Não é na jovem face apenas o rubor
Que esmaia rápido, porém do pensamento a flor
Vai-se antes de que a própria juventude possa ir.
Alguns cuja alma bóia no naufrágio da ventura
Aos escolhos da culpa ou mar do excesso são levados;
O ímã da rota foi-se, ou só e em vão aponta a obscura
Praia que nunca atingirão os panos lacerados.
Então, frio mortal da alma, como a noite desce;
Não sente ela a dor de outrem, nem a sua ousa sonhar;
toda a fonte do pranto, o frio a veio enregelar;
Brilham ainda os olhos: é o gelo que aparece.
Dos lábios flua o espírito, e a alegria o peito invada,
Na meia-noite já sem esperança de repouso:
É como na hera em torno de uma torre já arruinada,
Verde por fora, e fresca, mas por baixo cinza anoso.
Pudesse eu me sentir ou ser como em horas passadas,
Ou como outrora sobre cenas idas chorar tanto;
Parecem doces no deserto as fontes, se salgadas:
No ermo da vida assim seria para mim o pranto
Lord Byron
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